Milei dispensa funcionários da maior agência pública de notícias da Argentina, e sede é lacrada e cercada pela polícia
Presidente argentino havia anunciado na sexta-feira (1º) que pretendia fechar Télam, que chamou de 'meio de propaganda kirchnerista', e sede amanheceu cercada nesta segunda (4). Agência tem 78 anos e tem mais de 700 trabalhadores. Comunicado que funcionários da agência pública de notícias argentina Télam receberam após Milei anunciar que pretende fechar a agência, em 4 de março de 2024.
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A sede da Télam, a maior agência de notícias pública da Argentina, amanheceu lacrada e cercada pela polícia nesta segunda-feira (4), e os cerca de 700 funcionários da estatal foram dispensados.
Na sexta-feira (1º), o presidente argentino, Javier Milei, havia anunciado que pretendia fechar a agência, que existe há 78 anos é a principal do país. Em pronunciamento, Milei argumentou que a estatal virou um "meio de propaganda kirchnerista".
A Télam já havia sido alvo do governo do ex-presidente Mauricio Macri. Á época, seu então ministro da Cultura, Hernán Lombardi, demitiu 354 trabalhadores, mas a Justiça ordenou que eles foram reintegrados.
Esta reportagem está em atualização.